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Mutaz Essa Barshim do Catar e o italiano Gianmarco Tamberi compartilham o ouro masculino do salto em altura

Lamont Marcell Jacobs escreveu seu nome nos livros de história ao vencer a final masculina dos 100 metros nas Olimpíadas de Tóquio em uma noite de ouro para a Itália no Estádio Nacional no domingo.

Jacobs, que nasceu no Texas, teve um bom começo e nunca desistiu de bater o americano Fred Kerley e o canadense Andre de Grasse para reivindicar o título de Homem Mais Rápido do Mundo.

Jacobs, que estabeleceu um recorde pessoal nas semifinais, estabeleceu um novo recorde europeu com o tempo de 9,80 segundos. Kerley, o medalhista de prata, terminou em 9,84 e de Grasse, que atacou tarde, levou o bronze em 9,89.

Jacobs gritou e deu um tapa no peito depois de cruzar a linha de chegada e logo acabou nos braços de Gianmarco Tamberi, que ganhou o ouro para a Itália no salto em altura masculino alguns minutos antes.

O italiano Lamont Marcell Jacobs comemora a vitória na final dos 100 metros masculinos dos Jogos Olímpicos de Tóquio em 2020 no Estádio Nacional no domingo. | AFP-JIJI

Tamberi foi na verdade o co-vencedor no salto em altura com Mutaz Essa Barshim, do Qatar. Os dois optaram por dividir o ouro em vez de ir para o desempate depois que nenhum deles conseguiu limpar 2,39 metros. Eles venceram com uma altura de 2,37.

Foram semanas agradáveis ​​para a Itália, com seu time de futebol vencendo o título do Euro 2020 em 11 de julho.

O chinês Su Bingtian foi o mais rápido na qualificação, com um tempo de 9,83 para estabelecer um novo recorde asiático, mas foi o sexto na final.

Gianmarco Tamberi, da Itália, comemora a conquista do ouro no domingo. | REUTERS

Yulimar Rojas da Venezuela estabeleceu o recorde olímpico no salto triplo feminino em sua primeira tentativa e estabeleceu um novo recorde mundial em seu último salto da noite.

Rojas é a primeira mulher venezuelana a conquistar uma medalha de ouro olímpica.

Rojas venceu com um salto de 15,67 metros, muito além do recorde mundial anterior de 15,50, estabelecido por Inessa Cravats, da Ucrânia, em 1995.

A portuguesa Patricia Mamona conquistou a prata com um recorde nacional de 15.01, enquanto Ana Peleteiro estabeleceu o recorde nacional espanhol com 14,87.

A venezuelana Yulimar Rojas compete na final do salto triplo feminino durante os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, no Estádio Olímpico de Tóquio, no domingo. | AFP-JIJI

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